
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Presidenciais: a opinião de uma profissional do sexo
VALE BEM O TEMPO QUE SE PERDE A LER
Em mais um rigoroso exclusivo, e após uma investigação cuidada, o Aventar descobriu Maria (nome fictício), a prostituta cujos serviços, por coincidência, foram solicitados pelos seis candidatos presidenciais, durante a presente campanha. Porque a perspectiva desta profissional do sexo pode permitir aos nossos leitores uma visão diferente dos seis homens que poderão vir a ocupar a cadeira presidencial, aqui deixamos as declarações de uma mulher que partilhou a intimidade de todos eles, ainda que por breves momentos.
No geral
“Olha, amor, os políticos são na cama como na rua: falam muito e não fazem nada. Tirando o Manuel João Vieira, que é um homem como deve ser, que sabe portar-se como um porco, nunca mais aceito clientes vindos da política, até porque isto pode vir a saber-se e fico malvista e eu posso ter muitos defeitos, mas sou muito limpinha, ficas a saber.”
Sobre Cavaco
“Olha, lindo, só te digo uma coisa: ainda bem que há esta regra de não darmos beijos, que o homem tinha-me aquela boca toda cheia de restos de bolo-rei. Ele disse-me que é um trauma já de pequenino: quando os pais lhe ralhavam, metia um pedação de bolo na boca. Mesmo quando eu lhe comecei a dizer que ele tinha de se comportar de outra maneira e responder àquilo que lhe perguntam, sacou de uma fatia de bolo que tinha no bolso no casaco e pôs-se-me a mastigar ali mesmo à minha frente, com a boca toda aberta. Agora, o pior foi ter estado mais de meia hora a explicar-lhe que não se dizia “pustituta”. Antes de se ir embora, disse que não queria dar uma segunda volta, porque ficava muito caro.”
Sobre Alegre
“Credo, que voz linda que o homem tem e a vaidade que tem na voz! Eu bem me pus assim toda sexy, com uma lingerie linda, mas o homem só sabia andar pelo quarto a dizer poesia. Fiquei tanto tempo naquelas posições de capa de revista que até tive cãimbras, poça lá para a poesia! Aquilo foi “Pergunto ao vento que passa” e coisas assim. E depois, pôs-se a inventar frases assim todas coisas, tipo “Vou alimentar-te com a minha voz até a tua carne ficar saciada” e uma quadra que me dedicou que era assim “Não sentes na tua pele/A grossura da minha voz?/Hei-de desfazer-te em mel/E misturar-te com noz.” Depois, começou a perguntar-me se eu estava a gostar e eu lá tive de fazer de conta que estava toda maluca. Despediu-se todo contente e disse: “Se, dia 23, aquilo correr mal, venho cá declamar-te aquele que diz “E alegre se fez triste””
Sobre Fernando Nobre
“Ai que querido que é o doutor! Olha, foi o primeiro mesmo a tocar-me. Mal o cumprimentei, como estava um bocadinho rouca, sacou de uma espátula e enfiou-ma quase até ao umbigo, ia-me vomitando toda, mas isto já se sabe, uma pessoa nesta profissão tem de estar preparada para tudo e olha que já tive de fazer bem pior do que meter a espátula na garganta. Depois lá se acalmou e lá fomos falando mais um bocadinho. O problema foi quando tirei o soutien! Bem, o homem parecia que tinha uma mola, salta-me da cama aos gritos a dizer que não tem medo de nada, que já esteve no meio de balas, terramotos, campos de refugiados e até claques de futebol. E eu disse-lhe: “Pronto, amor, eu ponho o soutien outra vez.” e lá acalmou. Olha que isto é tudo natural, silicone do melhor! Ora bota aqui a mão. Ui, filho, também estás com medo? Não te ia cobrar nada. Bom, o senhor lá foi embora e prometeu-me que só não volta cá se lhe derem um tiro nos tintins.”
Sobre Francisco Lopes
“Ai esse vê-se que é boa pessoa, mas tem assim um ar tão sério e começa logo a falar sem lhe perguntarem nada. Quanto entrou, era camarada para cima e camarada para baixo e eu pensei logo que era um daqueles que gosta de chamar nomes. Depois, começou a passear com as mãos atrás das costas e pediu-me que lhe mostrasse as instalações. Ora, eu não tenho muito para mostrar, mas lá lhe mostrei o bidé e a cama. E ele ia dizendo: “Isto não são condições de trabalho, camarada, é o grande capital que explora continuamente os trabalhadores e as trabalhadoras e que asfixia as pequenas empresas como tu.” Bem, até estive quase a fazer-lhe um desconto, que nunca ninguém me tinha chamado “pequena empresa”. Foi-se embora e deu-me assim um abraço muito forte e disse-me que havia de voltar aqui, na clandestinidade.”
Sobre Defensor Moura
“Ao princípio, não gostei, confesso. Obrigou-me a vestir de noiva de Viana e nem cumprimentou nem nada e já estava a perguntar se o Cavaco pagou e a apostar que não tinha pago e que nem ia pagar. Depois, só dizia coisas que eu não percebia e ria-se muito. Dizia que o Cavaco tinha de nascer duas vezes para ser tão bom na cama como ele. Quando comecei a tentar assim seduzi-lo, disse que não, porque era contra o centralismo e eu ainda lhe disse que podia descentralizar se quisesse. E comecei a fazer-lhe festinhas e até já lhe tinha conseguido descalçar um sapatinho. Depois, perguntei-lhe se não queria tourada e o homem ficou possesso. Pôs-se aos gritos a dizer que não me admitia aquilo e saiu com o sapato na mão e tudo. Olha, amor, não percebi nada, aquilo deve ser das águas do Lima ou qualquer coisa assim.”
Sobre José Manuel Coelho
“Ai é tão querido o raio do homem! Mas é um bocadinho chato. Para já, estava sempre a bater à porta quando os outros estavam cá dentro. Foi o único que chegou a fazer alguma coisa, mas nem dei por nada, deve ser por isso que se chama Coelho, que até parecia que já tinha acabado antes de começar. Mas é tão cómico. Olhe, também me chamou uma coisa que eu ainda hoje nem sei o que é: piuta ou assim. Entrou-me aqui e só trazia vestido um relógio muito grande à frente e uns boxers com aquele símbolo do Hitler. Depois, não percebi bem, estava sempre a falar do jardim e achei muito estranho, porque tinha até feito a depilação há pouco tempo. Foi-se embora a correr, porque disse que lhe tinha cheirado a câmaras de televisão.”
Em mais um rigoroso exclusivo, e após uma investigação cuidada, o Aventar descobriu Maria (nome fictício), a prostituta cujos serviços, por coincidência, foram solicitados pelos seis candidatos presidenciais, durante a presente campanha. Porque a perspectiva desta profissional do sexo pode permitir aos nossos leitores uma visão diferente dos seis homens que poderão vir a ocupar a cadeira presidencial, aqui deixamos as declarações de uma mulher que partilhou a intimidade de todos eles, ainda que por breves momentos.
No geral
“Olha, amor, os políticos são na cama como na rua: falam muito e não fazem nada. Tirando o Manuel João Vieira, que é um homem como deve ser, que sabe portar-se como um porco, nunca mais aceito clientes vindos da política, até porque isto pode vir a saber-se e fico malvista e eu posso ter muitos defeitos, mas sou muito limpinha, ficas a saber.”
Sobre Cavaco
“Olha, lindo, só te digo uma coisa: ainda bem que há esta regra de não darmos beijos, que o homem tinha-me aquela boca toda cheia de restos de bolo-rei. Ele disse-me que é um trauma já de pequenino: quando os pais lhe ralhavam, metia um pedação de bolo na boca. Mesmo quando eu lhe comecei a dizer que ele tinha de se comportar de outra maneira e responder àquilo que lhe perguntam, sacou de uma fatia de bolo que tinha no bolso no casaco e pôs-se-me a mastigar ali mesmo à minha frente, com a boca toda aberta. Agora, o pior foi ter estado mais de meia hora a explicar-lhe que não se dizia “pustituta”. Antes de se ir embora, disse que não queria dar uma segunda volta, porque ficava muito caro.”
Sobre Alegre
“Credo, que voz linda que o homem tem e a vaidade que tem na voz! Eu bem me pus assim toda sexy, com uma lingerie linda, mas o homem só sabia andar pelo quarto a dizer poesia. Fiquei tanto tempo naquelas posições de capa de revista que até tive cãimbras, poça lá para a poesia! Aquilo foi “Pergunto ao vento que passa” e coisas assim. E depois, pôs-se a inventar frases assim todas coisas, tipo “Vou alimentar-te com a minha voz até a tua carne ficar saciada” e uma quadra que me dedicou que era assim “Não sentes na tua pele/A grossura da minha voz?/Hei-de desfazer-te em mel/E misturar-te com noz.” Depois, começou a perguntar-me se eu estava a gostar e eu lá tive de fazer de conta que estava toda maluca. Despediu-se todo contente e disse: “Se, dia 23, aquilo correr mal, venho cá declamar-te aquele que diz “E alegre se fez triste””
Sobre Fernando Nobre
“Ai que querido que é o doutor! Olha, foi o primeiro mesmo a tocar-me. Mal o cumprimentei, como estava um bocadinho rouca, sacou de uma espátula e enfiou-ma quase até ao umbigo, ia-me vomitando toda, mas isto já se sabe, uma pessoa nesta profissão tem de estar preparada para tudo e olha que já tive de fazer bem pior do que meter a espátula na garganta. Depois lá se acalmou e lá fomos falando mais um bocadinho. O problema foi quando tirei o soutien! Bem, o homem parecia que tinha uma mola, salta-me da cama aos gritos a dizer que não tem medo de nada, que já esteve no meio de balas, terramotos, campos de refugiados e até claques de futebol. E eu disse-lhe: “Pronto, amor, eu ponho o soutien outra vez.” e lá acalmou. Olha que isto é tudo natural, silicone do melhor! Ora bota aqui a mão. Ui, filho, também estás com medo? Não te ia cobrar nada. Bom, o senhor lá foi embora e prometeu-me que só não volta cá se lhe derem um tiro nos tintins.”
Sobre Francisco Lopes
“Ai esse vê-se que é boa pessoa, mas tem assim um ar tão sério e começa logo a falar sem lhe perguntarem nada. Quanto entrou, era camarada para cima e camarada para baixo e eu pensei logo que era um daqueles que gosta de chamar nomes. Depois, começou a passear com as mãos atrás das costas e pediu-me que lhe mostrasse as instalações. Ora, eu não tenho muito para mostrar, mas lá lhe mostrei o bidé e a cama. E ele ia dizendo: “Isto não são condições de trabalho, camarada, é o grande capital que explora continuamente os trabalhadores e as trabalhadoras e que asfixia as pequenas empresas como tu.” Bem, até estive quase a fazer-lhe um desconto, que nunca ninguém me tinha chamado “pequena empresa”. Foi-se embora e deu-me assim um abraço muito forte e disse-me que havia de voltar aqui, na clandestinidade.”
Sobre Defensor Moura
“Ao princípio, não gostei, confesso. Obrigou-me a vestir de noiva de Viana e nem cumprimentou nem nada e já estava a perguntar se o Cavaco pagou e a apostar que não tinha pago e que nem ia pagar. Depois, só dizia coisas que eu não percebia e ria-se muito. Dizia que o Cavaco tinha de nascer duas vezes para ser tão bom na cama como ele. Quando comecei a tentar assim seduzi-lo, disse que não, porque era contra o centralismo e eu ainda lhe disse que podia descentralizar se quisesse. E comecei a fazer-lhe festinhas e até já lhe tinha conseguido descalçar um sapatinho. Depois, perguntei-lhe se não queria tourada e o homem ficou possesso. Pôs-se aos gritos a dizer que não me admitia aquilo e saiu com o sapato na mão e tudo. Olha, amor, não percebi nada, aquilo deve ser das águas do Lima ou qualquer coisa assim.”
Sobre José Manuel Coelho
“Ai é tão querido o raio do homem! Mas é um bocadinho chato. Para já, estava sempre a bater à porta quando os outros estavam cá dentro. Foi o único que chegou a fazer alguma coisa, mas nem dei por nada, deve ser por isso que se chama Coelho, que até parecia que já tinha acabado antes de começar. Mas é tão cómico. Olhe, também me chamou uma coisa que eu ainda hoje nem sei o que é: piuta ou assim. Entrou-me aqui e só trazia vestido um relógio muito grande à frente e uns boxers com aquele símbolo do Hitler. Depois, não percebi bem, estava sempre a falar do jardim e achei muito estranho, porque tinha até feito a depilação há pouco tempo. Foi-se embora a correr, porque disse que lhe tinha cheirado a câmaras de televisão.”
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
A MINHA ANALISE AOS RESULTADOS
Defensor : Sai como entrou. Pela porta mais pequena. Conseguiu ser ultrapassado pelo Coelho.
Coelho : Exemplar dos riscos de sistemas presidencialistas em Países com 10 Tiriricas por metro quadrado e 100 Tiriricas no mesmo metro quadrado, dispostos a votar nos outros 10 Tiriricas.
Lopes : Quase que era batido pelo Coelho mas gritou vitória e segurou o futuro lugarzinho como Secretário-Geral do último Partido Estalinista na Europa.
Nobre : Vaidoso no princípio e no fim, sem perceber que tem uma mão cheia da “cidadania” do costume, ou seja, uma mão cheia de nada e que não vai servir para nada.
Alegre : Uma campanha má e em má companhia. Os resultados ainda pior que os esperados. Fez na derrota o discurso que devia ter feito durante a campanha. Sai com a honra intacta.
Cavaco : Uma vitória aquém da que queria. Era o melhor dos candidatos e o que oferecia maiores garantias da sensatez que o país tanto vai precisar. Terá feito a sua última campanha e readquiriu legitimidade. Está obrigado a saber usá-la ou arrisca-se a sair sem honra ou glória. A memória dos homens é curta.
Parabéns aos portugueses que foram votar. Cumpriram o seu dever, ao contrário da maioria.
Coelho : Exemplar dos riscos de sistemas presidencialistas em Países com 10 Tiriricas por metro quadrado e 100 Tiriricas no mesmo metro quadrado, dispostos a votar nos outros 10 Tiriricas.
Lopes : Quase que era batido pelo Coelho mas gritou vitória e segurou o futuro lugarzinho como Secretário-Geral do último Partido Estalinista na Europa.
Nobre : Vaidoso no princípio e no fim, sem perceber que tem uma mão cheia da “cidadania” do costume, ou seja, uma mão cheia de nada e que não vai servir para nada.
Alegre : Uma campanha má e em má companhia. Os resultados ainda pior que os esperados. Fez na derrota o discurso que devia ter feito durante a campanha. Sai com a honra intacta.
Cavaco : Uma vitória aquém da que queria. Era o melhor dos candidatos e o que oferecia maiores garantias da sensatez que o país tanto vai precisar. Terá feito a sua última campanha e readquiriu legitimidade. Está obrigado a saber usá-la ou arrisca-se a sair sem honra ou glória. A memória dos homens é curta.
Parabéns aos portugueses que foram votar. Cumpriram o seu dever, ao contrário da maioria.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
CONSELHOS AOS AUTOMOBILISTAS IRRITADOS
Parece que os portugueses estão outra vez irritados com o preço da gasolina. Só se podem queixar de si próprios. Deixo aqui algumas sugestões para aliviar o problema:
1. Não vote em governos que só sabem subir impostos. Só o IVA subiu de 17% para 23% nos últimos 7 anos. Ao IVA deve somar-se os aumentos do ISP e sobrecusto dos biocombustíveis (seja menos ecológico, a ecologia vai-lhe à carteira).
2. Não apoie governos despesistas. Enfraquece o euro e encarece a importação de produtos petrolíferos.
3. Aprenda economia. Por exemplo, sabia que os preços de um bem num dado país não têm que ser iguais ao preço médio desse bem no respectivos continente? Ou que a variação percentual do preço de um produto não tem que ser igual à variação percentual de um componente desse produto? Ou que o preço do bem não é igual ao seu custo à qual acresce uma margem? Ou que a cotação euro/dolar não é constante no tempo? Ou que convergência de preços não implica necessariamente cartelização? Saber economia não faz baixar o preço da gasolina mas ajuda a direccionar a irritação no sentido certo. Ah, e não espere que a pressão sobre os preços se reduza no futuro.
4. Não vote em governos que mantêm o mercado de habitação congelado. Um mercado de habitação congelado dificulta mudanças frequentes de habitação e aumenta a dependência em relação aos produtos petrolíferos. Ainda assim, pense em mudar para uma casa alugada mais próxima do emprego.
5. Compre acções de companhias petrolíferas. Funciona como seguro contra aumentos do preço do petróleo. Agora estão caras? Eu sei, teria sido inteligente tê-las comprado quando o petróleo chegou aos 30 dólares.
6. Antes de comprar um carro, faça as contas ao consumo futuro.
7. Vá de carro a Espanha de vez em quando. Pelo menos o passeio fica-lhe de borla.
8. Existem alternativas ao automóvel, e em muitos casos valem a pena. Quando um custo aumenta, os mercados funcionam de várias formas. Uma delas passa pela reacção do consumidor. O consumidor reage reduzindo o consumo e/ou mudando para produtos alternativos que entretanto ficaram competitivos.
Por JoaoMiranda
1. Não vote em governos que só sabem subir impostos. Só o IVA subiu de 17% para 23% nos últimos 7 anos. Ao IVA deve somar-se os aumentos do ISP e sobrecusto dos biocombustíveis (seja menos ecológico, a ecologia vai-lhe à carteira).
2. Não apoie governos despesistas. Enfraquece o euro e encarece a importação de produtos petrolíferos.
3. Aprenda economia. Por exemplo, sabia que os preços de um bem num dado país não têm que ser iguais ao preço médio desse bem no respectivos continente? Ou que a variação percentual do preço de um produto não tem que ser igual à variação percentual de um componente desse produto? Ou que o preço do bem não é igual ao seu custo à qual acresce uma margem? Ou que a cotação euro/dolar não é constante no tempo? Ou que convergência de preços não implica necessariamente cartelização? Saber economia não faz baixar o preço da gasolina mas ajuda a direccionar a irritação no sentido certo. Ah, e não espere que a pressão sobre os preços se reduza no futuro.
4. Não vote em governos que mantêm o mercado de habitação congelado. Um mercado de habitação congelado dificulta mudanças frequentes de habitação e aumenta a dependência em relação aos produtos petrolíferos. Ainda assim, pense em mudar para uma casa alugada mais próxima do emprego.
5. Compre acções de companhias petrolíferas. Funciona como seguro contra aumentos do preço do petróleo. Agora estão caras? Eu sei, teria sido inteligente tê-las comprado quando o petróleo chegou aos 30 dólares.
6. Antes de comprar um carro, faça as contas ao consumo futuro.
7. Vá de carro a Espanha de vez em quando. Pelo menos o passeio fica-lhe de borla.
8. Existem alternativas ao automóvel, e em muitos casos valem a pena. Quando um custo aumenta, os mercados funcionam de várias formas. Uma delas passa pela reacção do consumidor. O consumidor reage reduzindo o consumo e/ou mudando para produtos alternativos que entretanto ficaram competitivos.
Por JoaoMiranda
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
PREVISÕES PARA 2011
-A crise económica continua a assolar o país; a economia não descola, as exportações mirram, o desemprego prolifera, a despesa pública persiste refractária; Portugal vê-se forçado a recorrer ao FMI.
-Os políticos continuam corruptos, especialmente os autarcas, e incompetentes, a soldo dos grandes interesses.
-Os portugueses são fustigados por impostos e taxas.
-Cavaco Silva ganha facilmente as eleições, na primeira volta.
-José Sócrates permanece bem colocado nas sondagens.
-Incêndios devastam floresta em Agosto.
-Os computadores, a internet e as redes sociais desempenham um papel cada vez mais importante na vida das pessoas.
-O FCP é campeão.
-Os políticos continuam corruptos, especialmente os autarcas, e incompetentes, a soldo dos grandes interesses.
-Os portugueses são fustigados por impostos e taxas.
-Cavaco Silva ganha facilmente as eleições, na primeira volta.
-José Sócrates permanece bem colocado nas sondagens.
-Incêndios devastam floresta em Agosto.
-Os computadores, a internet e as redes sociais desempenham um papel cada vez mais importante na vida das pessoas.
-O FCP é campeão.
domingo, 2 de janeiro de 2011
LA SUCIA LISTA
Tras las recientes elecciones en Hungría y Reino Unido, sabéis cuántos países con gobierno socialista quedan ahora mismo en toda la Unión Europea?
Sólo quedan 3 países: Grecia, Portugal y España…
Qué coincidencia! ¿verdad?
Aunque no hay que desesperar, porque como ya dijo Margaret Thatcher, «el socialismo dura hasta que se les acaba el dinero de otros».
Sólo quedan 3 países: Grecia, Portugal y España…
Qué coincidencia! ¿verdad?
Aunque no hay que desesperar, porque como ya dijo Margaret Thatcher, «el socialismo dura hasta que se les acaba el dinero de otros».
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
ROUBALHEIRA
Há pouco mais de dois anos, na semana de 11 de Julho de 2008, foram observados os preços mais elevados da Gasolina 95, em Portugal: 1.525 euros/litro. Nessa altura, o preço do barril do petróleo atingiu o seu valor mais elevado, ultrapassando os 140 dólares. A um câmbio de 0.63 dólares/euro, o valor do barril era de cerca de 88.2 euros por barril.
Hoje, o preço do barril está próximo dos 95 dólares por barril. O câmbio está agora próximo dos 0.76 dólares/euro, o que significa um preço de cerca de 72.2 euros por barril. Ou seja, o barril de petróleo está quase 20% mais barato que no seu pico.
Porque está então a gasolina praticamente ao valor de Julho de 2008? Porque irá ultrapassar esse marco já no próximo fim de semana? Simplemente por causa da roubalheira, das taxas e taxinhas, a todos os níveis! E no caso do gasóleo, também por via da Religião Verde, que conforme o artigo anterior, "se prende com o fim da isenção fiscal parcial de imposto sobre produtos petrolíferos para o biocombustível incorporado no gasóleo rodoviário". Porque nesta terrinha continuamos a adorar esta Religião, e mesmo que o profeta-mor do Aquecimento Global, Al Gore, já tenha dito que os bio-combustíveis foram um erro (ele só admite, para já, os de primeira geração), o nosso desgoverno lá os impõe à mesma!
Por isso, atestem, paguem e não barafustem. Antes do fim do ano, claro!
Hoje, o preço do barril está próximo dos 95 dólares por barril. O câmbio está agora próximo dos 0.76 dólares/euro, o que significa um preço de cerca de 72.2 euros por barril. Ou seja, o barril de petróleo está quase 20% mais barato que no seu pico.
Porque está então a gasolina praticamente ao valor de Julho de 2008? Porque irá ultrapassar esse marco já no próximo fim de semana? Simplemente por causa da roubalheira, das taxas e taxinhas, a todos os níveis! E no caso do gasóleo, também por via da Religião Verde, que conforme o artigo anterior, "se prende com o fim da isenção fiscal parcial de imposto sobre produtos petrolíferos para o biocombustível incorporado no gasóleo rodoviário". Porque nesta terrinha continuamos a adorar esta Religião, e mesmo que o profeta-mor do Aquecimento Global, Al Gore, já tenha dito que os bio-combustíveis foram um erro (ele só admite, para já, os de primeira geração), o nosso desgoverno lá os impõe à mesma!
Por isso, atestem, paguem e não barafustem. Antes do fim do ano, claro!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
O NATAL DAS SMS´S
Nesta era dos telemóveis, as pessoas preocupam-se com o envio de mensagens mais ou menos bem escritas ou bonitas, dando o seu dever para com os amigos, os clientes, os funcionários e outros, como cumprido!
Para mim, como católico e cristão que sou, o Natal representa a esperança de vida saudável, útil e de serviço aos meus pares!
Não foi, não é e não será minha practica, a utilização deste “paradigma” das mensagens de telemóvel e do consumismo exacerbado, a fim da cura das atitudes menos boas, que se andaram a praticar durante o resto do ano.
A Humanidade não terá qualquer futuro enquanto não for capaz de colocar na sua vida, o verdadeiro e real significado do Natal!
O Natal deve repercutir-se diáriamente e durante todo o ano da nossa vida e da nossa interacção com os outros.
Por isso,venho desejar a todos os meus amigos e leitores do blog, um Santo e Feliz Natal, bem como, um ano de 2011 em qua possa acontecer com cada um, Natal todos os dias.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
PROVÉRBIOS DA BLOGOSFERA
- O hábito faz o blogger.
- Link com link se paga.
- Quem bloga por gosto não cansa.
- Mais vale um post no blogue que dois no rascunho.
- Os posts não se medem aos palmos.
- Diz-me o teu blogroll, dir-te-ei quem és.
- Blogue que vai à frente alumia duas vezes.
- Mudam-se os tempos, mudam-se os templates.
- No melhor blogue cai a nódoa.
- Blogues não pagam dívidas
-Quem com posts mata, com spam nos comentários morre
-Em casa de blogger, jornal de papel
-Não há blogue sem blogger
-Nunca digas neste blogue não escreverei
-No blogar é que está o ganho
-Blogues, a ameaça que o poder amordaça.
-post a post enche o blog o papo
-Quem sai aos seus não posta genéricos
-Comentário mole em blog duro, tanto chateia até que lhe respondem
-Não deixes para amanhã o post a fazer já hoje
-Postar não é escrever, mas é meio caminho andado
-Post passados às vezes moem o juízo
-and so on, and so on
Alguém quer sugerir mais algum?
- Link com link se paga.
- Quem bloga por gosto não cansa.
- Mais vale um post no blogue que dois no rascunho.
- Os posts não se medem aos palmos.
- Diz-me o teu blogroll, dir-te-ei quem és.
- Blogue que vai à frente alumia duas vezes.
- Mudam-se os tempos, mudam-se os templates.
- No melhor blogue cai a nódoa.
- Blogues não pagam dívidas
-Quem com posts mata, com spam nos comentários morre
-Em casa de blogger, jornal de papel
-Não há blogue sem blogger
-Nunca digas neste blogue não escreverei
-No blogar é que está o ganho
-Blogues, a ameaça que o poder amordaça.
-post a post enche o blog o papo
-Quem sai aos seus não posta genéricos
-Comentário mole em blog duro, tanto chateia até que lhe respondem
-Não deixes para amanhã o post a fazer já hoje
-Postar não é escrever, mas é meio caminho andado
-Post passados às vezes moem o juízo
-and so on, and so on
Alguém quer sugerir mais algum?
sábado, 11 de dezembro de 2010
GUERRA JUNQUEIRO escreveu em 1896
«Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provem que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas;
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar».
Guerra Junqueiro, “Pátria”, 1896.
Porventura, por «não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar», uns comiam o javali (citando Sextus) bem fresquinho e os outros tinham de se contentar com os restos já requentados.
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provem que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas;
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar».
Guerra Junqueiro, “Pátria”, 1896.
Porventura, por «não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar», uns comiam o javali (citando Sextus) bem fresquinho e os outros tinham de se contentar com os restos já requentados.
domingo, 5 de dezembro de 2010
conselho útil
“Se comprares aquilo de que não careces, não tardarás a vender o que te é necessário.”
Benjamin Franklin
Benjamin Franklin
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
1º de Dezembro dia da Restauração da Independência.
Hino da Restauração
"Portugueses celebremos
O dia da Redenção
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a Nação.
A Fé dos Campos de Ourique
Coragem deu e valor
Aos famosos de Quarenta
Que lutaram com ardor.
P'rá frente! P'rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.
Ávante! Ávante!
É voz que soará triunfal!
Vá ávante mocidade de Portugal!"
"Portugueses celebremos
O dia da Redenção
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a Nação.
A Fé dos Campos de Ourique
Coragem deu e valor
Aos famosos de Quarenta
Que lutaram com ardor.
P'rá frente! P'rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.
Ávante! Ávante!
É voz que soará triunfal!
Vá ávante mocidade de Portugal!"
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
BENEFICIOS FISCAIS
Numa época em que só se fala em “apertar o cinto”, tive acesso a esta carta escrita por um cidadão ao nosso Ministro das finanças, é verídica. Se todos tivéssemos a atitude deste homem, que não conheço, quem sabe se o nosso Portugal não melhorava, e os nossos governantes pensassem mais no povo que governam e que os elegeram. Passem a todos este acto de coragem.
«Exmo. Senhor Ministro das Finanças
Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V. Exa. para lhe fazer uma proposta:
A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, vítima de CANCRO DE MAMA em 2008, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma.
Por esta ‘coisinha’ sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.
Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância.
Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:
A devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Exa. que, com os meus cumprimentos, o dará à sua Esposa ou Filha.
Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda:
a) Os seis (6) tratamentos de quimioterapia.
b) Os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.
c) A angústia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.
d) Os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).
e) A ansiedade com que são acompanhados estes exames.
e) A angústia em que vivemos permanentemente.
Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.
Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo.
Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V. Exa. que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras…
Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender. E por isso peço a todos aqueles que receberem e lerem esta mensagem e se assim concordarem que enviem aos vossos amigos. Obrigado
Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal…) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.
Com os melhores cumprimentos,
Atentamente,
Victor Lopes da Gama Cerqueira.
CORDIALMENTE E A BEM DA NAÇÃO
Vale a pena partilhar..
«Exmo. Senhor Ministro das Finanças
Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º152115870 vem por este meio junto de V. Exa. para lhe fazer uma proposta:
A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, vítima de CANCRO DE MAMA em 2008, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma.
Por esta ‘coisinha’ sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais.
Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância.
Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:
A devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Exa. que, com os meus cumprimentos, o dará à sua Esposa ou Filha.
Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda:
a) Os seis (6) tratamentos de quimioterapia.
b) Os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.
c) A angústia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.
d) Os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).
e) A ansiedade com que são acompanhados estes exames.
e) A angústia em que vivemos permanentemente.
Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.
Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo.
Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V. Exa. que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras…
Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender. E por isso peço a todos aqueles que receberem e lerem esta mensagem e se assim concordarem que enviem aos vossos amigos. Obrigado
Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal…) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.
Com os melhores cumprimentos,
Atentamente,
Victor Lopes da Gama Cerqueira.
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
...
Para os chineses, 2009 foi o ano do BOI e este ano é o do TIGRE. Felizes são eles que, a cada ano, trocam de animal. Nós estamos há 5 anos com o mesmo Jumento!!!...
comentário:
E se comprarem a dívida pública portuguesa entram no ano do Burro!
por maill
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